Reforma
Tributária e avanço do cruzamento eletrônico de dados ampliam a necessidade de
gestão fiscal estratégica nas serventias extrajudiciais
O
ambiente tributário brasileiro atravessa um período de transformação
estrutural. A ampliação do uso de tecnologias de cruzamento eletrônico de dados
pela Receita Federal, fiscos estaduais e municipais, aliada à implementação da
Reforma Tributária sobre o consumo, que institui o IBS (Imposto sobre Bens e
Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), reforça a necessidade
de planejamento tributário estratégico também no âmbito das serventias
extrajudiciais.
Nos
últimos anos, o Fisco intensificou o monitoramento por meio de obrigações
acessórias digitais, como EFD-Reinf, DCTFWeb e sistemas integrados de
declaração e arrecadação. O uso de inteligência artificial e análise
automatizada de dados ampliou a capacidade de identificação de inconsistências,
elevando o risco de autuações decorrentes de falhas operacionais ou
enquadramentos inadequados.
Além
disso, a Reforma Tributária inaugura ainda um novo modelo de tributação sobre o
consumo, com período de transição previsto para iniciar em 2026 e implementação
gradual até 2033. Embora os cartórios possuam regime jurídico específico, as
mudanças no sistema tributário impactam rotinas administrativas, retenções,
obrigações acessórias e a dinâmica de contratação de serviços e fornecedores.
Nesse
cenário de maior rigor fiscal e transição normativa, o planejamento tributário
deixa de ser apenas instrumento de organização financeira para se tornar pilar
de governança.
Segundo
José Silvestrin, diretor da empresa Silvestrin, a atuação preventiva é
determinante para a segurança institucional das serventias. “O ambiente fiscal
está cada vez mais orientado por dados. A fiscalização deixou de ser
predominantemente presencial e passou a ser digital e sistêmica. Isso exige dos
cartórios um controle rigoroso das informações declaradas e dos tributos
recolhidos. O planejamento tributário não se resume à economia fiscal, mas à
conformidade e mitigação de riscos”, afirma.
O
especialista ressalta que a transição para o novo modelo tributário exige
acompanhamento técnico contínuo.
“A
Reforma Tributária traz mudanças estruturais que impactarão a cadeia de
serviços e fornecedores das serventias. Antecipar cenários, revisar
enquadramentos e estruturar processos internos será fundamental para evitar
passivos futuros e garantir previsibilidade financeira”, destaca José
Silvestrin.
Entre
os principais pontos de atenção estão: revisão periódica de enquadramentos
fiscais; correta apuração e recolhimento de tributos; gestão adequada de
retenções; acompanhamento das mudanças legislativas e adequação às novas
obrigações digitais.
Diante
do aumento da fiscalização e da reconfiguração do sistema tributário nacional,
o planejamento tributário passa a ocupar posição estratégica na gestão moderna
dos cartórios, promovendo maior segurança jurídica, transparência e
sustentabilidade financeira.
Sobre
a Silvestrin
A
Silvestrin é uma empresa especializada em contabilidade, consultoria e gestão
financeira para serventias extrajudiciais, com atuação focada nas
particularidades do setor notarial e registral. Com ampla experiência no
atendimento a cartórios em todo o Brasil, a empresa apoia notários e
registradores na organização contábil, no planejamento tributário e na
adequação às constantes mudanças legais e regulatórias, contribuindo para a
segurança jurídica, a eficiência operacional e a sustentabilidade econômica das
serventias.
Para
saber mais, acesse: silvestrin.com.br/ ou pelo e-mail:
eduardo@silvestrin.com.br
Fale com a Silvestrin: 11 3052-1085 / 11 5083-0048 / 11 97335-9528